A Perspectiva Humana
É claro que aquilo que escolhemos acreditar afetará radicalmente a forma como valorizamos tanto a nossa própria vida como a dos outros.. Nestes capítulos iniciais começaremos examinando que papel a nossa experiência e perspectivas humanas desempenharam na formação da nossa compreensão do ensino bíblico sobre este assunto..
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O mundo está cheio de ideias conflitantes sobre o que acontece conosco quando morremos. Alguns afirmam que somos apenas um acidente da natureza, sem futuro pessoal além da morte.; outros que, de alguma forma, progrediremos para um mundo menos corrupto, mais ‘iluminado’ consciência; e outros que somos formados e ainda hoje observados e guiados por uma inteligência muito maior que a nossa, quem acabará por nos responsabilizar por nossas ações. É esta última perspectiva, conforme apresentado por Jesus Cristo, que está sendo descaradamente avançado por este livro.
O material está organizado sob os seguintes títulos gerais:
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- O que Deus diz, ou o que pensamos?
Precisamos começar por admitir que as nossas perspectivas humanas são quase certamente fortemente influenciadas pelo nosso próprio interesse.; e que não somos tão inteligentes quanto Deus. Por outro lado, a Bíblia é um registro das revelações e do trato de Deus com a humanidade; que foram registrados por homens usando linguagem e conceitos humanos. Ambos foram sujeitos a alterações ao longo do tempo; portanto, ao citar as Escrituras, devemos ter o cuidado de considerar o contexto em que foram originalmente faladas e registradas..
Mas se Jesus era de fato quem Ele afirmava ser, então em qualquer aparente conflito de opinião, suas palavras devem ter precedência.
- O contexto histórico
Inicialmente, o homem vivia em comunhão com Deus; com acesso permanente à ‘Árvore da Vida’. A morte era irrelevante. Mas, em aceitar as mentiras da Serpente, o homem logo começou a experimentar a amargura do mal e a assustadora incapacidade de descobrir o que aconteceria quando ele morresse.
Mas Deus havia dito à Serpente que um dia a descendência do homem ‘feriria sua cabeça, e você machucará o calcanhar dele.” E, ao longo dos séculos que se seguiram, Deus gradualmente revelou mais sobre suas intenções finais: mas sempre escondendo seu plano mestre para derrotar a Serpente, Satanás. Então, quando Jesus veio, alguns conceitos já estavam estabelecidos no pensamento judaico, embora sua verdadeira natureza continuasse a ser uma questão de debate.
- O Vocabulário de Jesus
Na época em que Jesus veio, os seguintes conceitos sobre a vida após a morte estavam bem estabelecidos no pensamento judaico: mas sua verdadeira natureza e até mesmo sua existência, continuou a ser motivo de séria discórdia:
- ‘Sheol’ – O Lugar dos Mortos.
- ‘Abraham’s Bosom’ – um lugar onde os judeus justos poderiam aguardar a sua eventual ressurreição.
- ‘Gehenna’ – um lugar de retribuição divina, a ser seguido por uma eventual ressurreição, ou
- ‘The Second Death’ – destruição ou estado de morte permanente.
Esses termos foram usados nos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos; embora algumas versões em inglês traduzam 'Sheol' e 'Gehenna' como 'Inferno'. Mas Jesus redefiniu explicitamente esses termos para alinhá-los mais com os textos hebraicos originais..
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Criação de página por Kevin King